Inteligência artificial: O oxímoro, a atividade notarial e o seu método
Confira a opinião de João Ricardo da Costa Menezes publicada no Migalhas.
O portal Migalhas publicou a opinião de João Ricardo da Costa Menezes intitulada “Inteligência artificial: O oxímoro, a atividade notarial e o seu método”, onde o autor discorre acerca das implicações da Inteligência Artificial (IA) no método jurídico e em especial na atividade notarial e registral, sustentando que o ser humano deve estar no controle, direção e governo da IA. Em sua conclusão, o autor afirma que “parece-nos que atribuir à IA capacidades cognitivas de que esta ferramenta realmente carece pode levar-nos a delegar competências decisórias sobre questões humanas que excedem, verdadeiramente, a sua capacidade.”
Fonte: IRIB, com informações do Migalhas.